SEF identifica em seis dias quase 700 passageiros provenientes do Brasil e Reino Unido

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Manuel Matola

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) no aeroporto de Lisboa identificou, em apenas seis dias, mais de 700 de passageiros provenientes do Brasil e do Reino Unido, dois países que têm restrições de voos comerciais ou privados suspensos até 31 de maio, devido à situação epidemiológica provocada pela covid-19.

Parte considerável dos passageiros que saiu do Brasil, na sua maioria, de nacionalidade portuguesa e brasileira, fez escala sobretudo em aeroportos franceses, enquanto os proveninetes do Reino Unido efetuaram trânsito em Dublin, segundo disse o SEF hoje, dia em que anunciou ter controlado nos aeroportos 81.702 passageiros de países da União Europeia e do Espaço Schengen e outros 22.187 de países terceiros, entre 31 de janeiro e sexta-feira, enquanto a PSP impediu 370 de viajar.

“No âmbito do controlo sanitário estabelecido pelo Despacho 2556-A/2021 de 05/03, que estabelece regras específicas para passageiros de voos cuja origem inicial seja o Reino Unido ou o Brasil, e que apenas tenham efetuado escala ou transitado em aeroportos de países cujo tráfego aéreo com destino a Portugal continental se encontra autorizado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras no aeroporto de Lisboa identificou, em apenas seis dias, mais de 700 de passageiros provenientes do Brasil e do Reino Unido”, refere a instituição que controla as entradas de estrangeiros em Potugal.
De acordo com a nota do SEF “Todos estes passageiros foram devidamente identificados, notificados para cumprir um período de isolamento profilático de 14 dias e a lista remetida às Autoridades de Saúde.

Em comunicado divulgado, o SEF assegura que “desde o dia 31 de janeiro, controlou, no Aeroporto de Lisboa, 49.721 passageiros provenientes de países da União Europeia e do Espaço Schengen e 23.288 provenientes de países terceiros”.

Mas em nota hoje divulgada, o Ministério da Administração Interna adianta que foram “81.702 passageiros de 1.502 voos controlados pelo SEF”, dos quais “814 não apresentaram o comprovativo da realização do teste para despiste da infeção por SARS-CoV2.

Dos 22.187 viajantes de países fora da União Europeia e do Espaço Schengen fiscalizados, 120 não tinham feito o teste obrigatório, refere o Ministério da Administração Interna que tutla o SEF.

Segundo as regras nacionais, os passageiros que chegam a Portugal sem o referido teste têm de o realizar no interior do aeroporto e aguardar o resultado no edifício.

Além do controlo de 102.889 passageiros pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, a PSP verificou os motivos da viagem de 216.707 passageiros e impediu de viajar 370 pessoas.

Dos passageiros de voos cuja origem inicial seja o Reino Unido ou o Brasil e que tenham efetuado escala noutros países – e que estão obrigados a cumprir um isolamento profilático de 14 dias – o SEF comunicou às autoridades de saúde a chegada de 549 pessoas vindas do Brasil e outras 134 que viajaram desde o Reino Unido.

Hoje, o Governo decidiu prolongar até 31 de março a suspensão de voos, comerciais ou privados, com origem ou destino no Brasil e no Reino Unido devido à situação epidemiológica provocada pela covid-19.

No plano de desconfinamento do Governo, a partir de hoje, além das creches e ensino pré-escolar e do primeiro ciclo, reabrem as lojas de comércio local de bens não essenciais para venda ao postigo, os cabeleireiros, as manicures, as livrarias, o comércio automóvel, a mediação imobiliária, as bibliotecas e arquivos. (MM e Lusa)

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