Evelize Ferreira e Lívio de Morais eleitos novos representantes da diáspora moçambicana em Portugal

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Lívio Sebastião de Morais e Evelize Magno Ferreira

Manuel Matola

A líder associativa Evelize Magno Ferreira e o escultor Lívio Sebastião de Morais foram eleitos novos representantes da Comunidade Moçambicana para Lisboa e as regiões Centro e Sul de Portugal, onde residem aproximadamente cinco mil imigrantes moçambicanos.

Numa eleição realizada no sábado e que contou com a participação de cinco candidatos foram eleitos dois: Evelize Magno Ferreira, presidente de direção da Associação Casa Xima, uma instituição de solidariedade que reúne mulheres moçambicanas e portuguesas, e Lívio Sebastião de Morais, líder da Associação Cultural Luso Moçambicana.

Em declarações ao jornal É@GORA, o adido consular, Celso Gusse, explicou que nos próximos quatro anos do mandato dos novos representantes, “caberá a ambos condenarem como preferem dividir as tarefas” em prol dos moçambicanos residentes em Portugal.

Os novos líderes representativos passam assim a integrar o Conselho Consultivo das Comunidades Moçambicanas no Exterior, órgão de consulta do Diretor do Instituto Nacional para as Comunidades Moçambicanas no Exterior (INACE), que em Moçambique presta assistência às comunidades no exterior.

Ao INACE cabe à promoção de ações tendentes ao incentivo do espírito de associativismo como meio de aprofundar a unidade nacional, cultural e de identidade com o país; de reforço de laços económicos e de solidariedade entre os migrantes, seus familiares e o país. O órgão do governo moçambicano é o que contribui para a execução de programas que visam a melhoria da situação económica, social e cultural das comunidades moçambicanas no exterior.

Com a eleição Evelize Magno Ferreira, Moçambique passa a ter duas mulheres em órgãos de representação da comunidade na diáspora em Portugal.

Em 2020, a deputada moçambicana Ivone Bila tornou-se na primeira mulher a representar a comunidade moçambicana na Europa e no mundo, enquanto defensora dos interesses da diáspora a nível do Parlamento moçambicano, composto por 250 deputados. (MM)

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