SEF: Imigrante furtou combustível em 2020, afinal estava em situação irregular, agora será expulso do país

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Manuel Matola

Um imigrante de 22 anos furtou combustível no ano passado, em plena época pandémica, foi detido pela Guarda Nacional Republicana (GNR) portuguesa e, porque estava em situação irregular, foi comunicado pelo SEF de que devia abandonar o país.

Ignorou a decisão, permanecendo ilegalmente no território nacional. Esta semana foi intercetado por uma patrulha da GNR, tendo, de novo, sido constituído arguido e agora será expulso de Portugal.

Citado pela agência Lusa, aquela força de segurança indicou que o jovem foi detido pela GNR, no concelho de Beja, por permanência ilegal em território nacional, após ter sido detido em 2020 e notificado para abandonar o país.

O Comando Territorial de Beja da GNR indicou que o imigrante, cuja nacionalidade não foi revelada, foi detido na terça-feira, por militares do posto territorial da cidade.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a GNR explicou que, no âmbito de uma ação de patrulhamento, os militares da Guarda abordaram o suspeito, que já tinha sido detido anteriormente pela GNR, em dezembro de 2020, na sequência de um processo por furto de combustível.

No decorrer dessa detenção, adiantou a GNR, o homem foi notificado para abandonar o país, tendo sido novamente localizado, na terça-feira, durante a ação daquela força de segurança.

A Guarda Nacional Republicana acrescentou que foi estabelecido contacto com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), tendo sido confirmado que o homem “permanecia ilegalmente em território português”, pelo que foi “detido e constituído arguido”.

Após primeiro interrogatório no Tribunal Judicial de Beja, adiantou a Guarda, foram aplicadas ao suspeito as medidas de coação de apresentações semanais no SEF e início do processo de afastamento do território nacional. (MM e Lusa)

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